Les pensées sont un sujet de la philosophie et beaucoup des autres champs d'étude depuis long temps. Aujourd'hui, la science a mis a pierre sur la question: pour lui - en vérité, les scientistes - les pensées sont le produit de la activité du cervau.
Cette idée n'est pas sans logique, en fait, elle suit la notion de cause et effet. Les neurones s'activent dans une région du cervau, ce que active quelques autres neurones en suite, et tout ça. Comme la science a determiné que quand quelqu'un pense, les neurones sont actives et que quand quelqu'un ne pense pas, in n'y a pas, activité neuronale, la conclusion est que les neurones sont la origine des pensées.
Cependant, si nous pouvons penser de cette façon, on peux penser, donc, qui la activité electique dans un circuit est la résponsable pour la activité d'un programme d'ordinateur. Mais c'est faux, c'est le programme qui est la cause de la activité electrique dans les ordinateurs, non le contraire. Pourqui nous ne pouvons pas penser la même chose de notres pensées? Notres pensées pouvons étre, lui mêmes, la cause - non le consequence - de la activité neuronale.
Je n'ai pas la réponse de la question de "oú sont les penséss? Oú restent-ils?" ni "Quelle est sa matière?" Je voulais, seulement, poser quelque point pour reflexion.
domingo, 15 de abril de 2012
segunda-feira, 9 de abril de 2012
Fast Food
Andando pelas livrarias da vida, podemos ver uma profusão de lançamentos a cada dia. Muitos best-sellers, com capas atrativas e nomes chamativos. Entretanto, quando paramos alguns minutos para ler a sinopse e ver do que se trata, a decepção é quase certa. Para quem já tem uma certa bagagem literária - com a inevitável dose de livros ruins - fica fácil detectar roteiros óbvios, personagens batidos e tramas superficiais. Considerando a tendência humana (animal, aliás) de imitação... não, imitação é um termo muito duro, inspiração é melhor, não é difícil perceber também que as histórias são, em última análise, releituras malfeitas de histórias pretéritas que tiveeram sucesso.
Para quem aprecia uma leitura de qualidade, ou está meramente ciente de que está lendo algo de má qualidade de caso pensado, a difículdade em achar leituras boas chega a ser depressiva. E o sucesso que livros fracos e caquéticos fazem é tão deprimente quanto. Mas era justamente neste ponto que eu queria chegar.
Ler é preciso, é fundamental. A não ler nada, sempre é preferível ler alguma coisa, nem que seja revistinha de sacanagem (de fato, algumas publicações contam com um staff jornalístico bem gabaritado). É como comer. A morrer de fome, é melhor comer algo, nem que seja McDonalds. Mas sabemos (eu espero) que McDonalds não tem um valor nutritivo dos melhores, e que não se pode viver exclusivamente, ou majoritariamente, de McDonalds, sob pena de excesso de peso, entre outras moléstias. Um raciocínio análogo se aplica às leituras de "baixo valor nutritivo" . Satisfazem a necessidade de leitura, mas não acrescentam à pessoa. Se a pessoa não transcender a essa dieta literária pobre, ficará limitada pelo inchaço causado pelos clichês batidos e personagens rasos. Mas ler livros ruins faz parte da educação literária de uma pessoa, é uma etapa que não pode ser apagada.
Claro, o julgamento sobre o que seria um livro ruim ou não é bem mais subjetivo do que o julgamento sobre o grau nutritivo de algum alimento qualquer. Mesmo sendo uma opinião pessoal, não me furto de emiti-la.
Como palavra final, deixo um último devaneio: será que essa superficialidade onipresente não é apenas um reflexo da superficialidade do próprio ser humano?
Não deixem de usar seus neurônios!!
Para quem aprecia uma leitura de qualidade, ou está meramente ciente de que está lendo algo de má qualidade de caso pensado, a difículdade em achar leituras boas chega a ser depressiva. E o sucesso que livros fracos e caquéticos fazem é tão deprimente quanto. Mas era justamente neste ponto que eu queria chegar.
Ler é preciso, é fundamental. A não ler nada, sempre é preferível ler alguma coisa, nem que seja revistinha de sacanagem (de fato, algumas publicações contam com um staff jornalístico bem gabaritado). É como comer. A morrer de fome, é melhor comer algo, nem que seja McDonalds. Mas sabemos (eu espero) que McDonalds não tem um valor nutritivo dos melhores, e que não se pode viver exclusivamente, ou majoritariamente, de McDonalds, sob pena de excesso de peso, entre outras moléstias. Um raciocínio análogo se aplica às leituras de "baixo valor nutritivo" . Satisfazem a necessidade de leitura, mas não acrescentam à pessoa. Se a pessoa não transcender a essa dieta literária pobre, ficará limitada pelo inchaço causado pelos clichês batidos e personagens rasos. Mas ler livros ruins faz parte da educação literária de uma pessoa, é uma etapa que não pode ser apagada.
Claro, o julgamento sobre o que seria um livro ruim ou não é bem mais subjetivo do que o julgamento sobre o grau nutritivo de algum alimento qualquer. Mesmo sendo uma opinião pessoal, não me furto de emiti-la.
Como palavra final, deixo um último devaneio: será que essa superficialidade onipresente não é apenas um reflexo da superficialidade do próprio ser humano?
Não deixem de usar seus neurônios!!
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