Volta e meia nos vemos frente à contingência de descartarmos
coisas. Nesta situação, alguns de nós são assaltados por aquele pensamento:
“isto pode ter alguma utilidade” frente a alguma coisa vencida e esquecida no
fundo de algum armário ou caixa. Simplismos à parte, o que fazer com coisas que
pertencem a uma vida à qual não mais pertencemos? Nunca vi falar de cadáveres
voltando para buscar seus velhos sapatos e chapéus.
quinta-feira, 29 de janeiro de 2015
Herança
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