É muito positivo ter idéias próprias, da mesma forma, também, que é positivo analisar e ter opiniões sobre idéias de outrem. É desta forma que surgem os debates, os confrontos de idéias, e o nascimento de novas idéias.
O exercício da opinião e a expressão de idéias deve ser uma manifestação do livre-arbítrio. Afinal, liberdade de expressão é ter a liberdade de não dizer nada, quando não se quer. Nestes tempos bicudos, onde ser afiado é uma necessidade, existe uma pressão social implícita, uma obrigação não-dita, de que todo mundo tenha que ter opinião sobre tudo. Parece ser inconcebível, na Era da Informação, dar-se ao luxo de não refletir sobre alguma questão. Meio que um fruto indireto disso, a profusão de blogs, posts e comentários de notícias, palpitando sobre tudo, abundam na internet.
De novo, ressalto, opinar é importante. Expressar-se é vital. Mas a opinião não vem do nada. A construção da opinião a respeito de algum assunto nasce de toda uma gama de conhecimentos e experiências de vida. Uma opinião bem formada demanda perspectiva. Infelzmente não é o que se tem visto. Os textos são cada vez mais superficiais, as "pequenas pílulas de informação", como se ouve por aí. As notícias tornaram-se pouco mais do que headlines. Pudera, com a velocidade que se espera - e se demanda, sabe-se lá por que a razão de tanta pressa - não há tempo para profundidade. Entre palavras-chave pinçadas aqui e ali, e raciocínios apressados sem um substrato adequado, temos a situação que se apresenta a nós. Basta acessar qualquer site de notícias e verificar a quantidade de descalabros nos comentários. Resultado de uma notícia mal-redigida, um texto mal lido e mal interpretado e mal analisado, tendo como base idéias superficiais e difusas.
O resultado? A superficialidade se propaga de forma exponencial, pois a fonte de conhecimento de muitos nessa era digital é a opinião superficial de outros. Perspectivas para o futuro? Não sei... prefiro me abster de opinar sobre isso.
O exercício da opinião e a expressão de idéias deve ser uma manifestação do livre-arbítrio. Afinal, liberdade de expressão é ter a liberdade de não dizer nada, quando não se quer. Nestes tempos bicudos, onde ser afiado é uma necessidade, existe uma pressão social implícita, uma obrigação não-dita, de que todo mundo tenha que ter opinião sobre tudo. Parece ser inconcebível, na Era da Informação, dar-se ao luxo de não refletir sobre alguma questão. Meio que um fruto indireto disso, a profusão de blogs, posts e comentários de notícias, palpitando sobre tudo, abundam na internet.
De novo, ressalto, opinar é importante. Expressar-se é vital. Mas a opinião não vem do nada. A construção da opinião a respeito de algum assunto nasce de toda uma gama de conhecimentos e experiências de vida. Uma opinião bem formada demanda perspectiva. Infelzmente não é o que se tem visto. Os textos são cada vez mais superficiais, as "pequenas pílulas de informação", como se ouve por aí. As notícias tornaram-se pouco mais do que headlines. Pudera, com a velocidade que se espera - e se demanda, sabe-se lá por que a razão de tanta pressa - não há tempo para profundidade. Entre palavras-chave pinçadas aqui e ali, e raciocínios apressados sem um substrato adequado, temos a situação que se apresenta a nós. Basta acessar qualquer site de notícias e verificar a quantidade de descalabros nos comentários. Resultado de uma notícia mal-redigida, um texto mal lido e mal interpretado e mal analisado, tendo como base idéias superficiais e difusas.
O resultado? A superficialidade se propaga de forma exponencial, pois a fonte de conhecimento de muitos nessa era digital é a opinião superficial de outros. Perspectivas para o futuro? Não sei... prefiro me abster de opinar sobre isso.
Não deixem de usar seus neurônios!

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